Porque Utopia?




Eu já fiz um post explicando o porque, e quem quiser ler ele por completo - tá aqui - mas em resumo é o seguinte: o principal objetivo desse blogger era divulgar os meus textos, mas como nem sempre eu tenho tempo criatividade, resolvi ampliar o foco do blog. Ele recebeu carinhosamente o nome de UTOPIA, primeiro porque eu não queria um nome comum, segundo pelo fato de ser universitária de Ciências Biológicas - na Universidade Federal do Pampa (Unipampa) - e em terceiro veio o significado, que me fez ter a convicção de que só poderia ser esse o nome. 


Ou seja, meu blog falará justamente sobre o mundo que eu imagino perfeito - egocêntrico eu sei - e de coisas que englobam o presente, o passado e o futuro, ao mesmo tempo. Mesmo que não existam, eu os fantasiarei e vou escrever sobre TUDO que me der vontade. 



* sobre qualquer coisa que eu passe o dia,
 a semana ou até mesmo o mês pensando. 




Um comentário:

  1. Carta para mim mesma
    Belo dia, não? Talvez. “Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro e o pensamento” ah, o pensamento... Resolvi praticar hoje uma ideia que tive faz tempo. Sempre senti falta de alguém com quem pudesse falar tudo o que penso e sinto sem me sentir um incomodo. Na falta e na distancia, optei por você. Afinal, quem melhor que eu mesma pra me ouvir? Talvez fosse isso o que eu sempre precisei: ouvir-me. Sinto-me meio a uma nuvem de sentimentos velhos, presentes e futuros que acabam por se misturar e me deixar louca, como de costume. Acho que o único de que tenho certeza é que não sinto que estou feliz. Confuso? Sim, essa sou eu. Acho que devia ter acatado meu conselho do ano passado, onde eu sugeri a mim mesma que procurasse um psicólogo. Quer alguém que tenha mais paciência de ouvir do que aquele a quem eu pago por isso? Talvez hoje eu tivesse metade dos problemas que me assombram, metade dos medos... Talvez não fizessem mais parte de mim a insegurança; o medo de puxar uma conversa com alguém; o medo de falar o que eu realmente penso sobre as coisas, o que eu realmente sinto sobre elas; esse sentimento de que tudo o que tenho a dizer é inútil, irrelevante, desnecessário, entediante; talvez eu estivesse tomada por uma coragem, dessas que te impulsionam e dão vontade de viver... Às vezes sinto como se fosse chegar ao fim sozinha, por conta própria, assombrada pela falta de verdadeiras amizades. Dizem que não devemos perder a oportunidade de dizer a quem amamos como nos sentimos a respeito desta pessoa. Este é um dos motivos da minha presença aqui. Aprendi que preciso me amar. Portanto, estou dizendo a mim mesma como me sinto em relação a mim. Preciso mostrar a mim mesma a força deste amor próprio que precisa crescer cada dia mais. Preciso me convencer que este amor existe, é verdadeiro e, principalmente, que deve ser valorizado, bem cuidado. Ouve-me, tenho muito sobre mim que você não sabe...
    É errado achar que você merece um pouco mais do que lhe é dado? É errado ter a sensação de que é você quem está certo? É normal ser assim tão confusa, tão cheia de incertezas, tão delimitada por medos? Sou eu normal?

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